Vem a bomba, cai em cima de você; você olha para os lados e se dá conta "caralho, é comigo mesmo." Direita? Nada. Esquerda? Só uma pessoa te olhando pasma. Na frente está o autor da bomba. Atrás... ninguém lembra de olhar, mas digamos que não há nada. E as bombas vem, e, muita gente assim como eu entende o termo "pára-raio de problemas". E é tanto problema que a gente fica sufocado, parece que você está dentro de uma grande redoma de vidro e que a água está entrando por baixo... e todo mundo está te olhando, você está em cima de um palco. As luzes se acendem, todo mundo te vê melhor, a água entrando, você pensando "o que diabos eu to fazendo aqui?". E pensa nos dias em que a vida foi mais fácil, em que as preocupações eram menores; pensa na infância e nos dias em que o maior problema era chegar na aula e levar anotação da professora. E a água vai subindo e já está quase no seu joelho; você olha pra frente e tem um infeliz com cabelo estranho que só falta rir da sua cara de espanto. Olha pra cima e vê que não, não há como sair. "Como eu entrei aqui mesmo?" você pensa; e se dá conta de que não tem a mínima idéia, só sabe que está lá. Só sabe que tudo que tem acontecido te levou a esse exato momento e que não adianta, não há escapatória: a água vai subir, os problemas vão continuar, não importa o que você faça. E a água continua subindo, você já sente o gelado na cintura. "Ai que saudades que eu tenho da minha infância querida, da aurora da minha vida, que os anos não trazem mais..." E mais bomba em cima de você, parece que o nível da água sobe cada vez mais. E você pensa em tudo que se deve fazer e tudo que esperam de você. Todas aquelas palavras que, um dia, deveriam ter sido de estímulo, mas que hoje você enxerga como pura cobrança e se dá conta de que SIM, eram pura cobrança - mas na época você nem se deu conta. As luzes do palco se apagam e as da platéia se acendem; todo mundo está ali, todo mundo te olha e ninguém faz nada. Todos os seus conhecidos, todos os desconhecidos, todos aqueles que você não queria ver nunca mais na vida, todos aqueles a quem você dedicou o resto dos seus dias. Alguns tentam subir pra ajudar, mas algo impede; e a água sobe e já está nos seus ombros. E é casa, família, filhos, bichos, política, sociedade, vida; todo mundo quer tudo de tudo, desde que esse tudo vire-se para si... então você não pode ter o que quer, pq tem que pensar nos outros, mas ninguém faz nada pensando em ninguém a não ser em si mesmo; aí você se dá conta de que muito provavelmente você é uma das pessoas que conhece que realmente tenta fazer as coisas diferente e se cansou disso. Cansou de patada, cansou de problemas, preocupações, crises. Você se cansou da cobrança de ser a melhor pessoa do mundo no meio de todo um resto que faz questão de mostrar que importa-se apenas com o próprio umbigo. A luz do palco acende e a água está no seu pescoço. A redoma está quase cheia e você pensa que não há mais nada que você consiga realmente suportar, pq é coisa demais para uma pessoa só; mas os problemas continuam vindo, e a infância volta. A infância volta com os sorvetes, a casa da vó. O lanche na casa dos amigos, as férias na praia. A primeira vez na neve, a primeira vez que dirigiu um carro, a sensação de se apaixonar pela primeira vez. O primeiro "10" na escola - que você realmente estudou por. E você se lembra do tempo em que seu esforço era recompensado e que você até conseguia se sentir bem consigo mesmo - e se lembra que, mesmo lá, já tinha muita gente dedicando grandes feitos a você; caso você não os concretize, não adianta... vc é um fracasso. Sua vida está fadada ao fracasso. Se você não segue as regras, vc é um perdedor, um pária, um estranho, um anormal. Se você não faz tudo que todo mundo faz, os problemas se multiplicam. Se você não consegue resolver todos os seus problemas, você é um fraco perante um mundo cruel. O mundo, sim, o mundo é cruel - a platéia grita -, mas você TEM de se dar bem. Você não respira mais, não há mais ar, não há mais espaço para tantos pensamentos. E a sua vida, para onde foi?
Post de desculpas.
Baixinha, perdão. Não quero, não queria, nunca quis te machucar... desculpe. Fique bem.
Beyoncé
Eu nunca ouvi muito ela, mas nos últimos dois meses ela tem umas 3 músicas na minha lista das "25 mais tocadas" do iTunes. Algumas das músicas não são os clipes, outras são só músicas; o objetivo é a música por si. Vou aproveitar que não sei quanto tempo eu vou ficar sem postar por aqui por conta da correria de final de semestre (seminário hoje - segunda-, prova amanhã - terça, prova quarta, prova quinta, prova sexta, duas provas na terça). O mais complicado disso tudo é continuar levando a vida - afinal de contas, o mundo não pára só para que nós possamos reconstruir o mínimo de postura que nós tenhamos perante a vida. Mas que o "Pára o mundo que eu quero descer" sempre é repetido,pensado, repensado e até mesmo requisitado.... isso é. http://www.youtube.com/watch?v=gcMmRL6_r24 http://www.youtube.com/watch?v=0csLlzdhAPk
You're everything I thought you never were And nothing like I thought you could've been But still you live inside of me So tell me how is that
You're the only one I wish I could forget The only one I'd love to not forgive And though you break my heart You're the only one And though there are times when I hate you 'Cuz I can't erase The times that you hurt me And put tears on my face And even now when I hate you It pains me to say I know I'll be there At the end of the day
I don't wanna be without you babe I don't want a broken heart Don't wanna take a breath without you babe I don't wanna play that part I know that I love you But let me just say I don't wanna love you In no kinda way, no no I don't want a broken heart And I don't wanna play the broken-hearted girl No, no, no broken-hearted girl I'm no broken-hearted girl
Something that I feel I need to say Up'til now I've always been afraid That you would never come around And still I wanna put this out
You say you got the most respect for me But sometimes I feel your not deserving of me And still your in my heart But you're the only one
And yes, there are times when I hate you But I don't complain 'Cuz I've been afraid that You would walk away
Sorry for the lack of "Cheers". Greetings are not that welcome at the current moment.
PS: T-Shirt vale a pena também. Não a versão original, mas a das Destiny's Child mesmo.
"Coz when you're not here..."
E com vocês, os alunos do 3º ano de Marketing da ESPM. O "modelo" da propaganda é o Poli, professor da matéria.
Nada Gentili
Falei mesmo que não ia mais colocar nada aqui, mas li isso e achei FAN.TÁS.TI.CO! É para ler o post relacionado ao comentário do Robin Willians sobre o Rio de Janeiro ter ganhado a competição para ser sede das olimpíadas. "Claro que o Rio de Janeiro ganhou a competição para ser a sede. Chicago levou Michele Obama e Oprah, enquanto o Rio levou 50 strippers e meio quilo de cocaína." http://danilogentili.zip.net/ Danilo Gentili mandou MUITO! - gente que não gosta de ouvir a verdade é FODA. leiam, leiam mesmo. Cheers.
Surprised cat
Ai, adoro essas coisas. Prometo que é o último post de hoje, preciso acabar de estudar embrio! Cheers!
Protetor Solar: 8 marcas reprovadas em 10 analisadas.
Verão, férias, praia, piscina e... SOL! Muita gente se preocupa com proteção pra pele ao tomar sol, o problema é que não adianta as pessoas se preocuparem se os fabricantes não garantem seus produtos. Abaixo uma reportagem sobre o teste de 10 protetores solares.
Pro Teste reprova oito entre dez protetores solares FPS 30
Resultados
(Un)Guys & (Un)Girls
Okok, piadinhas à parte, não é mesmo?
Afinal de contas, todo mundo sabe que homem não pensa só nisso e que nem toda mulher é assim.
O problema éééé que...eu me dei conta de algumas coisas esses dias e achei interessante.
TODO MUNDO que vive em ambiente homossexual sabe o quanto rola preconceito - às vezes contra heteros, às vezes contra bis, às vezes contra mega-butches (meninas que gostam de roupas e acabam por adquirir algumas atitudes um pouco mais masculinas), às vezes contra as chamadas "bichas afetadas".
Pra que isso tudo, gente?
Primeiro que a gente super já tem que conviver com isso todos os dias da nossa vida, pq essa necessidade de apresentar esse novo lado contra pessoas que são diferentes também? Oxe...
Enfim, mas o objetivo do post é outro.
Tava pensando em como as pessoas deixam as suas expectativas e vontades virarem uma cobrança MUITO GRANDE pra cima das outras - sejam filhos, amigos, namoradas, namorados, pai, mãe e etc.
Todo mundo tem o direito de ser como quer ser - e depois, se quiser muder de idéia, que MUDE, oras! Nada é 8 ou 80, todo mundo tem o direito de viver entre graduações, não.importa.ela.qual.seja!
Eu sou uma das pessoas mais femininas que eu conheço - coleção de perfumes, maquiagens, roupas, sapatos, bolsas, etc e etc; amo TUDO, tenho tudo. Só que, se amanhã, me der a louca e eu quiser voltar a ser como eu era há alguns anos, quando eu era o.menino.escrito (definitivamente; eu ia pra festas de bermuda, tênis, camisa e boné), ninguém tem nada com isso a não ser eu mesma, certo?
Pq as pessoas sempre acham mudanças estranhas?
A maioria das mudanças é boa, significa que a pessoa está tentando se aprimorar, seja em qual âmbito for - ela pode estar descobrindo algo novo sobre si mesma, ou experimentando algo. Experimentar é sempre bom e válido.. mamãe sempre dizia. :)
O difícil é tirar da cabeça todo esse heteronormatismo que a gente vive todo dia! A primeira coisa que eu ouço quando duas meninas falam que estão namorando é "mas.... qual das duas é o homem"?
Alguns falam por mal,outros não - a verdade é que todo mundo está mais ou menos acostumado a perceber uma figura masculina e uma feminina dentro de uma relação, seja ela homossexual ou não.
Deixa disso, povo! hehe
Enfim, acho que isso é mais um post desabafo mesmo... acho que como eu sempre sofri horrores de pressão pra ser de um ou de outro jeito, ODEIO ver gente que eu amo nessa situação.
Descubram o mundo, pessoas.
Experimentem;
Inovem;
Escolham;
Decidam;
Des-decidam;
NÃO DECIDAM.
O mundo é nosso, só nosso. "A pessoa que quero conhecer mais profundamente na minha vida sou eu mesmo." - Oscar Wilde.

O dia em que o dinheiro acabou.
Bom dia, flores! O post de hoje fala sobre um problema que a grande maioria de nós se depara ao ver a conta no final do mês... aquele problema que faz você gemer e falar "Putaqueopariu, pra onde diabos foi o meu dinheiro?" Eu sei, tem programinha do Fantástico ajudando a gente a planejar as notas finanças SEMPRE, mas eu reparei em algumas coisas aqui e acabei me dando conta no que eu realmente me ferro - e decidi repassar pra vocês; caso alguém se dê conta que tem o mesmo problema, é mais fácil de resolver. Eu tenho a minha renda, X, que não é pouca coisa, convenhamos. Vivo muito bem, obrigada. Tenho mais do que o suficiente para passar o mês e sobrar, mas eu sempre acabo me enrolando e pagando coisas que eu não deveria com o cartão de crédito pq o dinheiro sempre acaba antes de eu receber de novo. A primeira dica é essa: não use e abuse do cartão de crédito. Se você for como eu, que gosta de pagar tudo de uma vez (quase não parcelo nada, e nisso se inclui a fatura do cartão, que cai na minha conta todo mês por via de débito em conta corrente), acaba que, se você abusar demais, o cartão de crédito representará um rombo nada agradável na sua conta. Tudo bem: os meus maiores gastos são com aluguel (dói pagar, xo dizer), com telefone (não adianta, namoro a distância é foda) e alimentação. Durante um tempo eu gastei muito dinheiro com transporte, mas eu aprendi como fazer para que o dinheiro que eu invisto colocando combustível no carro dure mais (isso apenas vendo se vale a pena gasolina ou álcool, coisa que é óbvia em alguns estados brasileiros, mas não aqui em São Paulo). Aluguel não tem como fugir. Alimentação também não, mas tem como a gente sempre se segurar pra não comprar uma ou outra coisa mais caras, já que existem coisas que não tem como a gente deixar passar - no meu caso, a coisa mais cara que eu compro no supermercado é a areia dos meus gatos, que custa R$15,00; pode? Telefone eu sempre tento baixar, mas é difícil pois a situação em que eu me encontro não é a das mais favoráveis... o negócio é ter sempre consciência e não falar uma hora e meia no telefone, mesmo que seja de madrugada (né, dona Ana Carolina? ;*). Então eu fui pegar todos os meus extratos e saí por aí olhando; e me dei conta de que o meu dinheiro some mesmo nesses pequenos débitos do dia-a-dia... pagamentos de 20, 30, 50 reais que eu acabo fazendo por coisas que eu não necessariamente preciso. Na hora a gente acha que não vai fazer diferença, mas uma dessas 3, 4, 5 vezes por semana tem consequências catastróficas na nossa renda final. Aí acaba que a minha dica é essa: ficar atento justamente a esses pequenos débitos, aos saques. Não é pra deixar de fazer ou gastar, mas sempre lembrar que eles se acumulam (pq com cartão a gente acaba esquecendo desse acúmulo, por mais que seja uma transação de débito) SIM, e que eles levam o seu dinheiro embora. E são justamente eles que acabam fazendo com que eu tenha que recorrer ao cartão; aí no mês seguinte tem a fatura do cartão, o dinheiro vai embora, aí eu recorro ao cartão de novo. É uma bola de neve desnecessária, gente! Afinal de contas, dinheiro está aí pra facilitar, e não pra dar dor de cabeça... Essa questão da dor de cabeça é foda, pq eu já passei muitas noites em claro pensando nisso - que eu super já gastei bem mais comprando coisas para mim, coisas que eu gosto, mas que agora o simplesmente não está rendendo. Sim, o dinheiro não está rendendo, tá tudo mais caro. Eu fico feliz quando eu vou ao mercado e consigo sair de lá só 40 reais mais pobre. Então, se o dinheiro está rendendo menos, o negócio é apertar os cintos, fazer o que? Não dá para a gente brigar com esse tipo de coisa, o que vai rolar é que a gente vai acabar é passando cada vez mais raiva. Para evitar esses pequenos débitos: faça uma lista, nem que seja mental, das suas prioridades. Por exemplo, no meu caso: - coisas da casa (pq não adianta, sempre tem alguma coisa pra comprar/consertar) - meus gatos (pq não adianta nada você resolver ter animais de estimação e não querer gastar dinheiro com eles quando necessário; é uma responsabilidade que VOCÊ adquiriu, mais ninguém) - livros e xerox da faculdade. - remédios ( eu tenho hipotireoidismo, tomo remédio controlado e mais um monte de coisa, pra gastrite, dor de cabeça e etc) O foda mesmo é que, olhando os meus débitos, eu consigo ver uma clara semelhança: quase nenhum deles tem a ver com as minhas prioridades. Quase tudo é lugar onde eu comi, besteira que eu comprei, cigarros (maldito vício), bebida (vai, eu moro em uma cidade universitária), revistas (algumas têm a ver com a faculdade, outras não) e livros (que não tem a ver com a faculdade, logo, eu deveria deixar para comprar apenas quando eu tivesse dinheiro!). É só prestar mais atenção mesmo, prometo que ajuda. E é seeempre importante lembrar que nós sempre temos de guardar dinheiro; 10% da nossa renda é o ideal. Aí esses 10% nós dividimos de acordo com o objetivo (poupança, casamento, viagem, etc). Eu sei que é tudo super manjado, mas eu estou tentando falar o que eu tenho problema para ver se alguém se identifica e consegue localizar algum ponto em comum no próprio hábito financeiro, de modo a poder se modificar. Válido? Cheers!
Balaio de Maria
Eu sei que eu ando negligenciando o meu espaço por aqui, mas como pouca gente vê, eu neeem me sinto assim tão mal, hehe. A dica de hoje são as meninas do Balaio de Maria ;) São simplesmente fantásticas, e as letras são sensacionais. Tem poucas músicas delas no youtube, mas quem quiser, eu tenho algumas em mp3 e eu super passo via msn e pá. Cheers, hot! (Agradecimentos à namorada, que me apresentou a banda. Saudades, baixinha, te amo!) PS: meniiinnnna, toda vez que eu ouço a voz dessa guria eu me impressiono mais. é linda demais!
E vc?
Faz xixi no banho? O engraçado é que só agora que esse esquema está tendo uma aceitação maior - eu me lembro até hoje da minha vó brigando comigo quando eu fazia xixi no banho, quando era pequena (sem comentários para quem interpretar isso como "A Lena fazia xixi tomando banho de banheeeira"). Enfim. A Universidade Federal de São Carlos tem, todos os ano, um projeto do PET chamado "Bio na Praça", onde são formados quiosques com assuntos diversos relacionados a biologia que são aplicados diretamente no dia-a-dia das pessoas que passam por ali. O projeto é livre, público e, esse ano, algumas meninas do PET tiveram uma idéia super legal: pegaram um ramo grande e seco de uma árvore, colocaram em um vaso, picotaram "folhas" de papel sulfite e deixaram uma caneta lá, com um cartaz na frente: "O que você faz pelo mundo? Diga pra gente e coloque na árvore!" Um dos ramos da árvore ficou lotado de "Eu faço xixi no banho!" "Eu tb!" "Eu adoro fazer xixi no banho"! O resultado final foi engraçado, pois nós não esperávamos que as pessoas já tivessem esse tipo de consciência; ficamos bem satisfeitinhos, vou dizer. A questão de fazer xixi no banho é importante pois trata muito da quantidade de água potável jogada FORA durante a descarga; e, em um mundo cheio de excessos, porém, que o ser humano está começando a se dar conta de que não, alguns dos ecos chatos não são assim tão chatos ao dizerem para nós economizarmos água potável, pois o futuro que temos a nossa frente é negro e seco e eles, no final das contas, só querem ajudar. E hoje eu trago para vocês: http://www.xixinobanho.org.br/ Morra de rir, divirta-se, explore o sitezinho. É super divertido, os gráficos são muito bem feitos e ele mostra um vídeo explicando a vantagem de se fazer xixi no banho. O projeto é do "SOS Mata Atlântica", então sem desculpas tipo "ah, isso é coisa de hippie sujo que fica inventando besteira." Para os que tem nojinho de fazer xixi no banho: água sanitária serve pra que, bem? Basta dar uma limpada no box depois que fica tudo "limpezas mil!", e você não precisa ter horrores de trabalho, pq água sanitária na higiene da casa é tudo de bom. (mas sem exagerar também pq água sanitária não é exatamente pouco tóxico). Então, conselho do dia: faaaaça xixi no banho! Cheers!
Tem tempo que eu não escrevo nada aqui sobre pele;
na última postagem eu falei sobre creme hidratante para o corpo que eu havia ganhado n'O Boticário. Sinceramente: o cheiro é bom, mas não é nada demais, então... a não ser que você não tenha hábito de usar perfumes ou loções corporais com hidratantes, eu não recomendo.
Troquei o creme de rosto pelo Active C da La Roche por já estar com 21 anos e pela minha pele ser muito fina e branca - e, tratando-se do Brasil, a impressão é de que a minha pele pode simplesmente se estuporar inteira de sopetão.
O Active C da La Roche Posay é o creme mais indicado, tanto para o uso diário quanto o noturno - o único problema, na minha opinião, é o preço; uma bisnaguinha não sai mais barata do que 110 reais.
O bom é que existem dois tipos: o para o rosto e o específico para a região dos olhos, o que deixa o tratamento mais direcionado - o que é seeeempre bom!
Enfim: a bisnaguinha dura um tempo bom, então o custo-benefício vale a pena se você tiver um pouquinho de dinheiro sobrando.
Eu troquei de cremes por um simples motivo: os cremes da neutrogena estavam se acumulando na minha pele e me dando umas bolinhas bem pequenas, praticamente imperceptíveis; mas eu via e não estava neeem um pouco satisfeita. Fui ao dermato e ele me mandou comprar as coisas da La Roche.
Saí de lá e fui atrás de componentes industriais, trabalhos feitos pelas duas empresas e etc; a Neutrogena é uma empresa muito boa, mas tem como público uma parcela muito maior da população; então, da mesma maneira em que seu preço é mais acessível, os produtos utilizados na sua fabricação são mais baratos e mais "gerais", para que eles possam atender ao maior número de usuários.
Os produtos da La Roche são desenvolvidos POR DERMATOLOGISTAS com ingredientes mais específicos e mais caros - por isso que pouca gente por aí acaba usando-os. Muita coisa da Loche acaba sendo meio específica, por mais que eles também tentem atender a um público generalizado ( só que, evidentemente, com uma situação financeira um pouco mais abastada ).
Resumo da ópera: caso você disponha, sempre é melhor decidir-se pelos produtos da La Roche, sem sombra de dúvida.
Eu mesma, assim que dispor de mais dinheiro (o que vai demorar um monte), vou voltar a usar o Effaclar para lavar o rosto todo dia.
E quanto a creme para corpo: não sei em que cidades tem, mas em Brasília, especificamente, existe uma farmácia de manipulação chamada Farmacotécnica que também dispõe de certos produtos próprios, porém, manipulados industrialmente. Uma dessas coisas é o creme corporal R.L.M.T.2, que é um hidratante corporal multiprotetor progressivo.
Ele não espalha muito bem, mas a pele NUNCA fica melada e super hidrata; e é indicado para todo tipo de pele. Eu, com 21 anos uso... e meu pai, com 84, também!
Recomendações mil.
Cheers!
É, o bicho pega.
Tem hora que simplesmente não tem jeito: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. E é exatamente nessas horas em que o bicho pega que nós nos damos conta das pessoas que realmente estão ao nosso lado - não falo isso por mim, mas por todo mundo que passa por algum tipo de dificuldade ou situação negativa e que acaba se dando conta de que as pessoas ao seu redor fazem mais do que apenas deixar a desejar. Pessoas que nós juraríamos que fincariam o pé ao nosso lado e aguentariam uma manada de búfalos correm para todos os lados, tentando se proteger. Pessoas que nós juraríamos de pés juntos que sempre estariam ali, não importa o que, não importa a situação, nos viram as costas ou nos cobram ações que visam apenas o benefício próprio, não importa o quão mal você se sinta. Pessoas que nós nunca imaginaríamos nos transmitem palavras de carinho e conforto, daquelas que são impossíveis de se esquecer para o resto da vida. E pessoas que nós nem ao menos conhecemos estendem a mão para nós, nos mostrando que não, não é todo mundo que está acostumado a olhar apenas o próprio umbigo e que SIM, existem pessoas que buscam o bem-estar do próximo, não importando suas (não-)escolhas de vida. O objetivo do post é básico: tentar convencer aqueles que, em situações difíceis, se dão conta de que as coisas podem piorar ainda mais quando se vêem cercados de pessoas que diferentemente do que pensamos, elas não, não estão com a mínima vontade de se esforçar pelo nosso bem. Então o meu conselho é o seguinte: o primeiro ato inesperado vai te assustar, provavelmente te desesperar. ENGULA. Segundo Kierkegaard, "O desespero é a doença mortal do homem". Engula e bola para a frente como você conseguir; na próxima situação, por mais que doa, basta não contar mais com essa pessoa e ficar sempre atenta para com aquelas que tem te dado sinais semelhantes.... e fique longe delas. Aproxime-se de quem tem tentato estar perto. Parece piegas, caxias: mas são coisas difíceis de se realizar na prática, e o resultado é mais do que satisfatório. E é claro: o importante é ter sempre em mente que não importa o que aconteça, NESSE TIPO DE SITUAÇÃO, a culpa não é sua por esse tipo de amigo de afastar - aliás, é a melhor coisa que esse ser acaba fazendo, pois acaba deixando espaço na sua vida para uma pessoa bem melhor entrar. É foda? É. É péssimo? É. Só que, no final das contas, a peneirada no círculo social é sempre válida. [esse post teve a capacidade de ser começado às 22 e pouquinho e só sér terminado às 07:14 do dia seguinte, graças à falta de energia nos estados sul e sudeste ocasiada pela estação de Itaipu.] [E é claro, como não haveria de deixar de ser, isso ocorreu comigo tem pouco tempo. Arcanjo, Pat, Gabe, Thais, Tia Ângela... eu não sei o que poderia acontecer comigo naquele sábado sem vocês. Obrigada. Obrigada do fundo do meu coração.] [Amor, era pra ser ontem, mas com essa droga de falta de energia.... Feliz 1 mês - o primeiro do resto das nossas vidas.]
Things to hear to
Os dois cd's que eu mais tenho ouvido ultimamente tem sido o novo da Lily Allen "It's not me, it's you" e um da Madonna, "Music". Lily Allen dispensa apresentações, mas sempre vale a pena lembrar o que a destaca do resto do mundo pop: suas letras ferinas. Essa inglesa simplesmente NÃO TEM PAPAS NA LÍNGUA, e o resultado disso nós conferimos em músicas como "Fuck You" e "Not Fair" (eu teria medo de ser um ex-namorado dela e ouvir a Not Fair, sinceramente). Quanto ao álbum da Madonna: Madonna, pop queen, etc. Todo mundo já sabe o básico, quase todo mundo curte, mas eu sempre adorei esse álbum pq eu tenho a impressão de que foge de todo o estilo dela. Acho as músicas mais calmas, as letras mais elaboradas. Gosto horrores, recomendo montes. Cheers.
Relativismo
Para aqueles que me conhecem pessoalmente, será fácil reconhecer a cena de uma Helena completamente transtornada de raiva por conta de preconceito aberto. Ao contrário do que muitos pensam, essas demonstrações grotescas de raiva não me agradam nem um pouco, pois elas ferem conceitos muito profundamente enraigados em mim; e um deles, depois de muito suar para fixar, é o de que raiva e desespero não levam a nada, mesmo quando nos vemos diante da ignorância completa. A raiva e o desespero nada mais fazem do que envenenar o sangue daquele que os sofre - logo, porque motivo devemos alimentá-los? A questão é que existem determinadas situações em que eu simplesmente não consigo me controlar, e é exatamente sobre situações sobre esta que hoje surgiu um tópico de conversa com uma amiga que eu acho digno de uma reflexão mais profunda. O grande problema do mundo de hoje é...? Creio que todos já paramos para pensar nesse assunto ao menos uma vez em momentos de ócio improdutivo, e todos nós chegamos a várias e várias conclusões diferentes sobre o assunto. A minha conclusão é a de que falta a nós a aplicação do relativismo tanto moral quanto cultural, político e sexual. Falta às pessoas a capacidade de entender - e de querer entender, para falar a verdade - o ponto de vista do próximo, seja ele muito distinto do seu ou até mesmo diferindo apenas em alguns determinados pontos. A definição de superioridade está muito profundamente fixada em nossos conceitos sociais, de modo que todos nós, sem exceção alguma, nos sentimos superiores a alguém por um ou outro motivo desprovido de razão. E esse sentimento de superioridade nos leva a humilhação alheia e ao descarte prematuro não apenas de novas idéias e pontos de vista, mas também de culturas diferentes e diferentes tipos de comportamento que, do ponto de vista do direito do indivíduo, não lesam o patrimônio físico do próximo. Para muitas pessoas, a melhor maneira de lidar com aquilo que considera-se impuro, indigno e inferior é o desprezo; atitudes violentas são esperadas de indivíduos isolados - que, infelizmente, algumas vezes, chegam à presidência de países com um grande arsenal bélico. Sinceramente, não consigo enxergar qual a pior atitude, e era sobre isso que eu conversava hoje com minha amiga - como algumas pessoas à nossa volta simplesmente ignoram o fato de a minha vida e a desta amiga específica ser vivida de maneira menos convencional... Falta ao homem a capacidade de enxergar novos pontos de vista; o mundo hoje é inteligente e globalizado, mas ainda somos constantemente bombardeados com informações de intolerância e preconceito. Como um mundo pode pregar tão incessantemente o relativismo moral se a grande maioria dos seus habitantes simplesmente não consegue aplicar o que diz? Não é porque você tem melhores escolas, melhor arsenal bélico, melhor economia, uma religião mais propagada pelo mundo, um carro zero km, uma calça de marca e sapatos comprados em Milão que você é melhor que eu; eu, que sofro em um ambiente de guerra civil, que tenho uma história conturbada, que apresento o maior nível de corrupção na maquinaria governamental, que não tenho dinheiro para pagar uma viagem, comprar roupas de marca ou fazer uma plástica. O amor que eu sinto por uma pessoa do mesmo sexo que eu é o mesmo amor, é o mesmo sentimento, é o mesmo tesão que você sente pela de sexo oposto. Não varia em absolutamente nada. Nós discutirmos e você não ter mais argumentos contra o meu Deus, simplesmente por eu me mostrar impassível a seus questionamentos, não é motivo para que você declare que o seu país está em guerra contra o meu e que você é melhor do que eu e que a sua religião é melhor do que a minha. Que meu Deus é situado em uma posição inferior à do seu Deus em uma hierarquia pré-histórica criada pelo próprio homem, que, sem nada para fazer e com apenas duas moedas de ouro a mais no bolso ou com menos melanina nas células epidérmicas, decidiu que era superior a outro ser humano exatamente igual a si. O relativismo não pode ser confundido com orgia intelectual e moral; ele deve ser encarado como uma forma de conseguirmos expandir os nossos próprios horizontes e vivermos de maneira melhor (conosco e com os próximos). Então, por isso, hoje eu falo: observe à sua volta, tente reparar mais nas pessoas, nas nossas diferenças e descubra como isso torna a sua vida mais interessante. Em um momento de raiva, não ofereça a outra face: saia correndo! Melhor um covarde com ideais ileso do que um brutamontes babaca cheio de escoriações faciais. Ame as pessoas à sua volta não pelo que elas te mostram, mas pelo que elas realmente são, sem tirar nem pôr; muitas vezes, elas ocultam aspectos íntimos de sua vida simplesmente para serem aceitos por você. Tamires, essa é pra você. Cheers!
Feeling down?
Na última sexta-feira, em plena aula.... eu estava reclamando da vida. Normal, nós sempre temos fases difíceis na vida e acabamos reclamando mais do que o normal; e sempre achamos que nada pode nos fazer sentir melhor. Então, baseado no que ocorreu na sexta eu venho, por meio desse post bagunçado, dizer: seu amigo está se sentindo mal? Mande para ele um bilhetinho com o seguinte tema: "Disserte sobre: x" Agora, tenha certeza que "x" está no grupo de coisas absurdamente loucas, de modo que seu amigo, assim que receber o bilhete, solte uma puta gargalhada - experiência própria: oitenta pessoas te olhando com cara de ** acaba sendo engraçado. No meu caso, recebi um bilhetinho escrito: "Disserte sobre: calcinha bege" No final das contas, eu ri tanto que outro amigo pegou o papel e acabou dissertando sobre o assunto; o texto na íntegra segue abaixo. Espero que aqueles que estejam sentindo-se para baixo possam rir um pouco. "Disserte sobre: calcinha bege Pra mim essa coisa de calcinha bege ser broxante não passa de um grande mito. A supracitada só é broxante quando combinada com o fator “elástico frouxo e bolinhas no tecido” (aquelas bolinhas que se formam com o passar do tempo), isso sim é um fator preponderante e poderá afetar diretamente o grau de ereção do macho escolhido. “Poderá afetar” porque dependendo da pessoa que estiver com a tal calcinha, nem isso é o suficiente pra barrar a excitação do parceiro, muitas vezes estamos tão eufóricos e curtindo tanto a “pegação” que a calcinha bege nem vai ser percebida, uma vez que, na maior parte dos casos, sai junto com a peça de roupa imediatamente sobreposta a ela, ou seja, nessas horas a calcinha pode ser bege, branca, vermelha, velha, nova, pode ser aquela bege que já foi branca um dia, pode ser de pelúcia, com correntes, zíper, com desenho do Pokémon, pode ser até estampada com a foto daquela tia horrorosa que tem um bigode maior que a sobrancelha do Ziraldo que NÃO VAI MUDAR NADA! Estatísticas mostram que 80% dos homens não ligam pra cor da calcinha, e os outros 20% não ligam pra mulheres. Enfim, a cor/textura/conservação da calcinha é desculpa arranjada por alguém que broxa e não quer colocar a culpa nas preferências sexuais. Mulheres, ATITUDE conta muito mais que QUALQUER OUTRA COISA quando trata-se de sexo! Viram como é fácil agradar um homem? Quero ver alguma mulher pensar desse mesmo modo quando sair com um homem e ele estiver usando uma cueca vinho! " Cheers!
Comiiiiida!
Fico rosa chiclete com esse povo que acha que morar sozinho é tudo de bom, não importa o que - claro , se você é um ácaro ou um bode, você supostamente se daria muito bem morando sozinho, mas infelizmente as coisas não são bem assim. Ácaro pq é ácaro e tem em tudo quanto é quanto, não importa o quanto se limpe; Bode pq bode come tudo que tem pela frente... e é sobre isso o nosso post de hoje! Afinal de contas, eu adoraria simplesmente comer o pé da mesa e me sentir plena e satisfeita - até me dar conta de que eu preciso comprar outra mesa, pq já acabei com a outra e não há mais onde ninguém estudar/comer. Sim, meus queridos - a comida não simplesmente aparece magicamente na geladeira. Existe todo um processo para a manutenção de nossos estômagos, e só quem sabe o que é morar sozinho (e nossas mamães, obviamente) sabem do que eu estou dizendo agora e se solidarizam quando falam que eu já fiquei sem comer por pura preguiça de sair para ir ao mercado ( sim, isso acontece ). Mas aí me perguntam: - pq não pediu em casa? - pq não fez miojo? - pq nao pegou algo no congelador e enfiou no forno? - pq não comeu pão com manteiga? Quatro perguntas válidas, meus caros amigos, porém..... -Quando se mora sozinho, a única fonte de renda é VOCÊ; logo, se você não tem nada na carteira e não achar 20 reais em algum blusão de inverno, não há como pedir comida em casa, já que as cadeias de fast foods ainda não modernizaram-se apropriadamente e NÃO mantêm os seus entregadores com maquininhas via gps do visa electron e do master. E afinal de contas, como vc não quer sair para ir ao mercado, nem em sonho que vai até um caixa eletrônico. -Miojo enjoa ou simplesmente acaba. Sim, eu sei que parece brincadeira, mas acontece; coma miojo mais de duas vezes por semana por um mês e logo você vai entender do que eu estou falando (ou, se você for como eu, basta uma vez por semana). -Infelizmente, opções congeladas SÃO MUITO MAIS CARAS DO QUE TODO O RESTO DA COMIDA! Assim, ESTUPIDAMENTE MAIS CARAS, e não seguem nenhum padrão logaritmico para a sua distribuição (no mercado outro dia desses constatei que a lasanha de 4 queijos INDIVIDUAL era quase dois reais mais cara que a de bolonhesa tamanho MÉDIO). Então assim, nós normalmente compramos menos (ainda mais pq, normalmente, quem mora sozinho, não tem uma geladeira de duas portas, logo o volume do congelador é muito inferior à nossa fome) coisas congeladas e tendemos a comê-las nos próximos dois dias depois da compra, senão no próprio dia. - o pão com manteiga, hoje em dia, é mais fácil, pois podemos comprá-lo semi-pronto e congeladinho no mercado (caro e ocupa MUITO espaço no congelador) e só fazer. Certo? CERTO, porém.... a) o pão nunca fica igual ao da padaria b) nunca tá ali quando vc quer, pq vc precisa assá-lo c) sempre existe a possibilidade de você queimar ele por fora e deixar congelado por dentro. Então assim, mais uma questão: ir até a padaria, nem morta. E mesmo assim, tem horas em que a padaria do seu Joaquim simplesmente já fechou e, para conseguir um pãozinho, o único caminho é dirigir-se ao supermercado que, como já falamos e como é o tópico do dia, NÃO É UMA OPÇÃO. Pão de forma? MEU, NÃO DÁ PRA COMER TODO AQUELE PÃO DE FORMA DE UMA VEZ! Assim, simplesmente! Eu evito comprar pão de forma simplesmente pq eu não quero ter de me ludibriar novamente achando que vou conseguir comer tudo até o final e, quando faltarem apenas duas fatias para a minha satisfação plena, eu me dar conta dos pequenos pontos de bolor na parte interna e fofinha do pão. Logo.... sem pão, só resta a você comer manteiga! Uhul! Sem falar naqueles belos dias em que nós temos pão - YES! - , fazemos uma puta sanduíche, colocamos requeijão e tudo..... e vamos comer na cama, vendo filminho e curtindo preguiça. Aí você dorme e, no dia seguinte, você acorda e se dá conta de que seu requeijão ficou para fora da geladeira e agora possui um aspecto de monstro de filmes tipo B. É.... morar sozinho de vez em quando é uma verdadeira saga. Alguém se habilita? Cheers!
Casório?
Tenho muitos fortes - a fotografia não é uma delas, mas dá pra ter bem uma idéia do que eu fiz aí para ir em um casamento tem pouquinho tempo.
A maquiagem em si não é em nada demorada, ainda mais pq eu NÃO USEI DELINEADOR LÍQUIDO, e sim sombra preta molhada com pincel chanfrado.
De resto, o mais fácil: base em todo o rosto, corretivo pra imperfeições, pó Shiseido e esqueci o blush e o corretor de sombrancelhas - tupish!
Sombra m.a.c. dourada nas pálpebras, mas abaixo das sombrancelhas eu passei só o iluminador
( dica de hoje: o pó iluminador Bourjois, que pode ser tanto bronzeador ou não; não estava com ele nesse dia pq ainda não tinha comprado, mas .... gente! fantástico e ainda vem em forma de barrinha de chocolate! ).
Na boca, passei batom rosa-boca (qualquer um vale), mas passei com PINCEL, pq acho mais fácil de controlar a cor e deixar o desenho mais bonitinho. Gloss, vai o kit Kiss da Sephora.
Doubts?
Cheers!
PS: fiz a besteira de só lembrar de tirar foto depois da festa, então o make já tá mais pra lá do que pra cá, mas dá bem pra ter uma idéia.
Chaplin
Engraçado como essa estória de transmimento de pensassão rola mesmo - hoje mesmo eu estava assistindo a alguns filmes que eu gostaria de comentar por aqui e uma pessoa bem importantezinha na gazeta social da minha vida veio me dar a sugestão de fazer um marcador com o assunto "Filmes". Não contei para a minha querida Patrícia Gusmão que eu vou começar isso com chave de ouro, comentando nada mais nada menos do que o eterno Charles Chaplin. Ok, tem gente que acha cult demais,que não consegue assistir, que diz que filme preto-e-branco é chato, que o Chaplin era um romântico, um idealista e blábláblá; bom, todos esses argumentos são válidos até que se prove o contrário - o que acontece quando assistimos a qualquer um dos seus filmes. Não apenas Chaplin produzia, dirigia e atuava em seus filmes, mas também criava cenários e toda a produção musical... então... se você acha uma pessoa dessas chata, eu gostaria muito que você me apontasse a minim'alma que hoje em dia consegue fazer metade do que esse homem fez há quase um século. Quanto aos filmes em preto-e-branco (sem som também), não preciso nem ao menos comentar a diferença para com os filmes que vemos todos os dias, mas é aí que está o grande charme - a diferença entre as atuações, a falta de falas, as expressões faciais e corporais, o verdadeiro ATO DE ATUAR, puro e cru. Atuar era além da voz, era preciso uma sincronia perfeita para se passar ao público aquilo que era impossível de ser dito - simplesmente por não existirem captores de áudio naquela época. Claro, depois o áudio foi incorporado, mas .... "O garoto" não seria o que é com áudio. Ficou curioso, nunca viu Chaplin? Assista "O Garoto", "O Grande Ditador" e deslanche... Segue uma parte de "O Grande Ditador", para aqueles que tiverem curiosidade - e algo mais.
Self-Destruct in 3,2,1....
Quem nunca teve uma fase em que tudo que te domina é o sentimento de auto-destruição, por mais que você nem ao mesmo perceba tudo que faz? Pois é, eles são normais, infelizmente - e normalmente o que nos leva a sair deles é justamente um baque grande demais, tão grande que às vezes nós achamos que simplesmente não vamos suportar viver mais um segundo com nossa própria pele. Mas olhemos por uma nova ótica: caso esse baque não ocorra, o que intervirá por nós senão justamente essa auto-destruição propriamente dita? Se não a nossa própria destruição, a de outro, ou, pior, dos dois juntos, ou mais? A vida se auto-regula, e nós erramos para acertar mais adiante - quanto maior o efeito regulador do meio, quanto maior o sentimento de lástima que nos assola, melhor para nós mesmos, por mais que possamos não nos dar conta disso exatamente no mesmo instante. Quanto mais doer agora, menor é a probabilidade de erramos novamente em situação senão igual, semelhante; menor será a probabilidade de entrarmos em novo período de tentativas auto-depreciativas. Por isso mesmo que eu - justamente eu, logo eu, que sou tão experiente em fases de auto-destruição - digo o quanto amo minhas cicatrizes, por mais que todos tendam a querer removê-las (até cirurgia plástica já foi uma sugestão). Minhas cicatrizes físicas (e não apenas as minhas, mas também as de todos nós) são fichinha comparadas com aquelas que verdadeiramente me remetem algo - aquelas que são resultado de algo muito, muito pior, que não deixa marca visível. Deixem elas por aí, digo eu. E quando aparecer novo machucado, curta ao máximo a dor para que, caso seja necessário, você consiga lembrar-se dela em momento oportuno. Cheers. PS: (MeuamorminhaflorminhameninaSolidãonãocuracomaspirinaTantoqueeuqueriaoteuamorVem metrazercalor,fervor,fervuraMevestirdoternodaternuraSexotambémébomnegócioOmelhorda vidaéissoeócioIsso...eócio...Minhacara,minhaCarolinaAsaudadeaindavaibaternotetoAtéum canalhaprecisadeafetoDornãocuracompenicilinaMeuamorminhaflorminhameninaantoqueeu queriaoteu amorTantoamoremmimcomoumquebrantoTantoamoremmim,emtinemtantoMinha coraminhacoralinamaisqueumgoiásdeamorcarregodestinodevioleirocegoHámaissolidãono aeroportoQuenumquartodehote baratoAntesoatritoqueocontratoTelefonenãobastaaodesejoO quemaisinvejoéoquenãovejoOcéuéazul,omartambémSebemqueomarasvezes muda,Nãosuporto livrosdeauto-ajudaVemmeajudar, medáseubemMeuamorminha florminhameninaTantoqueeu queriaoteuamorTantoamoremmimcomoumquebrantotantoamoremmim,emtinemtanto...) Tata, te amo. DEMAIS!
Natural vs Sintético
Sempre me deparo com uma enorme variedade de produtos em supermercados, lojas de cosméticos, restaurantes e etc que exibem com toda pompa, o seguinte termo: "100% Natural". Ok, 100% Natural, até aí tudo bem. Não há nenhum problema nisso a não ser veicular a idéia de "se é natural, é obrigatoriamente bom - ou melhor" Não que as coisas naturais sejam ruins, longe disso - mas da natureza nós podemos retirar tóxicos tão poderosos quanto aqueles que podemos sintetizar em laboratório, mas a mídia e o marketing fazem questão de formar uma imagem completamente diferente. NÃO É PORQUE UMA COISA É NATURAL QUE ELA TEM QUALIDADE SUPERIOR A ALGO SINTÉTICO OU SEMI-SINTÉTICO! Eu poderia dar milhares de exemplos por aqui, mas tenho que correr para a aula e deixo um que, para mim, é o mais esclarecer de todos: Imagine a situação em que você vai a uma loja qualquer e vê um potinho de 15ml escrito "100% natural" e outro do lado, um pouco maior, dado como semi-sintético. A grande maioria das pessoas compraria o menor, por ser natural; só que o de 15 ml é puro veneno de cobra, enquanto o semi-sintético é soro antiofídico, desenvolvido em laboratório a partir do próprio veneno (por isso é chamado de semi-sintético, e não sintético). Então... só porquê uma coisa é natural é boa? Até onde eu sei ninguém está muito a fim de ficar perto de veneno de cobra. Claro, alimentos orgânicos são melhores para a nossa saúde, pois, no final, acabamos acumulando menos agrotóxicos no organismo. Muitas coisas naturais são preferíveis às sintéticas (uma coisa que eu já falei aqui foram os pincéis de maquiagem, que são confeccionados a partir de pêlos de pônei e marta [ DE MANEIRA ARTESANAL, sem sofrimento animal, que fique bem claro ]), mas cuidado com essa tão difundida idéia de que "o que é natural é bom". Cheers!
Pele 2!
As dicas que eu dei anteriormente foram para todos os tipos de pele, mas agora eu serei um pouquinho mais específica: peles para pessoas com mais de 25/30 anos; todo mundo já viu propagandas e propagandas sobre cremes que prometem super milagres para reduzir manchas, marcas de expressão e clarear a pele como um todo. Serei muito sincera: não entendo muito desse assunto; mas de uma coisa eu sei, por ter muitos amigos médicos e um dermatologista: NÃO COMPRE NADA ESPECÍFICO PARA ESSAS COISAS SEM ANTES CONSULTAR UM MÉDICO. Pode ser Avon, Natura, Clinique, L'ancome ou Dior (ok, exagero), mas é sempre bom ter orientação médica - a grande maioria das pessoas não tem idéia do tipo exato de sua pele ( a pigmentação é apenas uma das características, e é claro que é bem mais conhecida por ser a mair evidente ). Creminho para mão, olheiras (tem de ter um pouco mais de cuidado por conta do contato com os olhos, mas é só escolher uma marca de confiança), creme para o corpo, e todas essas variedades utilizadas no dia-a-dia não precisam de orientação médica,mas é sempre bom ler a embalagem, pois muitas vezes nós temos alergias que nunca nem ao menos ouvimos falar. Quanto a creme de corpo, eu estou experimentando algumas amostras que ganhei n'O Boticário; são amostras do creme para corpo da linha de erva-doce... e posso dizer que o cheirinho é simplesmente delicioso, mas ainda não notei muita diferença na textura da pele. Mantenho-os informados. Cheers!
Leitura
Não sei se quem lê esse blog faz faculdade, mas uma grande parte - pelo menos que eu saiba - já fez, está fazendo ou pensa em fazer; até aí tudo chuchu beleza, beijinhosmil. Só que hoje, durante uma aula particularmente estressante, eu me dei conta de que já no começo do semestre eu já estou atolada de coisas para fazer, o que me deixa sem tempo para quaisquer atividades extra-curriculares. Quais? - Tênis, que é uma grande paixão na minha vida. - Sax, que.... não tem explicação - Francês. - LIVROS! Sim, livros! Claro, dentro da faculdade, estejamos nós fazendo graduação, pós ou whatever, nós quase nunca temos tempo de ler coisas que nos interessam que não estejam dentro da bibliografia recomendada pelos professores nos roteiros de semestre... e sabe o que é mais engraçado? A grande maioria deles faz questão de frisar do quão pouco nós lemos e do quanto o nosso português deixa a desejar. "Como vocês serão profissionais dessa área se vocês nem ao menos conseguem se fazer entender por um professor, que é PAGO para entender seu raciocínio?" UI. (Isso porque eu faço faculdade pública, imagina só o que eu teria de aguentar se tivesse de mandar uma mensalidade de arromba por mês) Me dei conta disso pois queria muito ler, ainda esse semestre "Xogum - a Gloriosa Saga do Japão", "A Viagem do Elefante" - sim, erro lamentável, ainda não consegui arranjar um tempo de comprá-lo e lê-lo, a biografia da Maitê Proença, o novo livro do Chico Buarque e estava querendo ler "Por uma nova globalização", do Milton Santos. Se pararmos para pensar, não são lá muitos livros, mas eu já estou ATOLADA no começo do semestre de provas , trabalhos e relatórios - e pelo andar da carruagem, a minha situação não vai melhor muito até o final do semestre, que, por um acaso, vai até dia 20 de dezembro por conta das nossas fantásticas e pouco produtivas "férias suínas". Falando nisso, é por conta dessas primeiras semanas assustadoras que eu nem ao menos me atrevi a sentar as minhas pouco humildes - não no bom sentido, obviamente - nádegas nas frente do computador para postar no blog: entrei em estado de pânico iminente. Então.... conclusão de tudo, pensemos: - a mídia, aquela que nos faz perder tempo assistindo, nos estimula a ler mais livros. - as faculdades, sejam em qual nível for, nos estimulam a ler mais livros. - as pessoas ditas - e também as verdadeiramente - intelectualizadas nos estimulam a ler mais livros. ; mas.... cadê o tempo com tudo que a gente tem que fazer? Se eu que já gosto de ler já acho difícil terminar um livro de 120 páginas, fico imaginando nas pobres pessoas que nunca adquiriram esse hábito e, por pressões internas, se vêem obrigadas a tentar - e normalmente falham consideralmente, já que não encontram TEMPO para isso. Quer saber? Vai entender, cara; eu já me perdi nessa estória há muito tempo. Cheers!
Frustradérrima
Maria Irene, obrigada pelo toque!! Eu só vi alguns dias depois os problemas de visualização, mas por enquanto acho que resolveu. Que tal? Dei um duro danado para achar um layout para blog que fizesse jus a tudo que eu pretendia escrever por aqui - e é claro que justamente o que eu escolho dá uma zica e tudo fica zoado. Pode? Poooois bem, comigo pode. Aliás, comigo acontece sempre...então por enquanto, enquanto eu não tenho a mínima idéia de como se muda algo em html (alguém se habilita?), fiquemos com esse; não é o que eu mais gosto, mas com o tempo eu vou customizando ele e ele fica bacaninha. Cheers! Lê
Marian Keyes
Alguém por aí já ouviu falar dela? - ela é bem famosa por ter sido a autora dos super-vendidos "Sushi" e "Melancia".
Fui procurar em alguns sites algumas informações sobre ela e seus livros e quase todos o creditavam como "livro de mulherzinha"; e eu considero isso como um problema pois quase todos os livros que são descritos como "de mulherzinha" são livros pouco abrangentes que denunciam apenas pequenas questões - normalmente supérfluas - da vida de determinadas mulheres. Portanto, é uma crítica pejorativa, a meu ver - e que não tem nada a ver com os livros dela.
Os livros de Marian Keys tratam sim do relacionamento inter-pessoal e dramas vividos por mulheres na faixa entre 20-35 anos - e pq não mais? -; porém, com um diferencial: ela aborda assuntos que em grande parte do mundo, mesmo o tal mundo super-desenvolvido-entendido-a-frente-dos-outros, são negligenciados pela opinião pública, como depressão (ela dá enfoque a isso em dois livros), aborto, terapia, necessidade de renovação, preocupação social, vício em drogas, preconceito no trabalho e etc. Só que, ao invés de simplesmente citar esses problemas, ela os aprofunda e cria maneiras de superá-los, sempre expondo os conflitos do personagem.
O bom desse livro é que nós NOS IDENTIFICAMOS COM ELE. Várias e várias páginas de todos os seus livros poderiam ser marcadas para que pudessemos usar seus parágrafos para explicar completamente dados momentos de nossas vidas.
Isso tudo, é claro, com um marketing leve de marcas sempre desejadas: Jo Malone, Clinique, Jimmy Choos e outros, acompanhado de um texto impecável que prende a atenção por ser, ao mesmo tempo, descritivo e direto.
Gostou?
Eu também.
Sou super fã dela, mas os livros são meio carinhos (um pouco mais de R$60,00 cada).
Sugestão?
www.estantevirtual.com.br
Cheers!
Pousada Maravilha - Fernando de Noronha
Quem nunca pensou em ir ao arquipélado de Fernando de Noronha, ali do ladinho, em Pernambuco?
O arquipélago, além de lindíssimo, apresenta coisas que poucos lugares apresentam: um limite no número de visitantes e uma rigorosa (em teoria) vigilância nos quesitos de preservação ambiental.
Apenas uma ilha do arquipélago é aberta a visitação - todas as outras só podem ser visitadas com autorização do IBAMA.
Tudo por lá é caríssimo, só avisando - afinal de contas, todos os suprimentos são levados de barco da costa, que fica a mais de 500 km da ilha principal; portanto, se quiser ir, economize bastante para aproveitar tudo a que se tem direito, inclusive os cursos de mergulho.
Aí tem mais um ponto: faça um curso de mergulho certificado em sua cidade antes de embarcar nesse tipo de atividade, pois aí você tem uma gama muito maior de lugares a visitar e experiências a vivenciar. Delícia.
E já que estamos falando de lugares caríssimos, falemos da Pousada Maravilha www.pousadamaravilha.com.br .
Por lá, ela é a ÚNICA POUSADA perto da costa, que tem vista para o mar.
Seguem duas fotos: de um apartamento de luxo (também têm bangalôs, que são uma delicinha) e a vista da piscina, que tem a borda "infinita" ; lindo de doer.
No apartamento, olhem o canto direito: a escadinha leva a um mesanino particular (luxo!).

Eu quero ir!
Rumba (Roomba)
Já ouviu falar em alguma Rumba que não seja a dança cubana?
Venho por meio desse post apresentar a vocês uma maravilha tecnológica para pessoas que não possuem empregadas: a Roomba (Popularmente Rumba), da empresa americana iRobot, que cria robôs não apenas algumas repartições da NASA, mas também cria robôs guiados à distância - hoje em dia utilizados, por exemplo, pelos bombeiros na Inglaterra para desarmar bombas em lugares muito populosos.
Enfim: essa é a Roomba!
Por aqui ela é carerééééééésima, mas podemos conseguir nos EUA por U$260,00;
Ela limpa carpetes, chão de taco, madeira, ladrilho, limpa pêlo de animais e.... LIMPA CANTINHOS!
Ela tem um ganchinho interno que, quando ela "percebe" que está num cantinho que não vai conseguir alcançar justamente por conta do seu design redondo, ela libera, limpa o cantinho e não se fala mais nisso!
A bateria dura mais ou menos uma hora e meia e essa maravilhosa maquininha é programada para ir até a sua base quando estiver com níveis de bateria críticos. Então, ela tem a sua recarga.
Melhor de tudo: você deixa ela trabalhando enquanto sai! Ela tem sensores para não cair de escadas e é bem baixinha, podendo entrar debaixo de camas, móveis e etc, sempre desviando e não batendo violentamente nas paredes e etc.
Gamei total; mas atenção: caso você tenha interesse e tenha um amigo indo pra lá antes que você mesmo vá, só peça caso o nível de intimidade seja, no mínimo, maior do que o normal; a roomba é BEM pesadinha.
Gamei total ; ia pedir para minha mãe trazer de NY (ela vai agora em agosto), mas como ela tem problema de coluna, desisti. Fazer o quê, né? Um dia, quem sabe!
Tecnologia útil é tudo de bom.
Cheers!
O futuro pertence aos jovens
Já tem um tempo que eu venho tentando entrar no site da prefeitura de São Paulo a fim de conseguir algumas informações relativas às universidades federais/estaduais.
Já faz um tempo que um amigo que cursa Medicina na USP me falou que Quércia, durante o seu governo, aprovou uma lei que decretava que 1% de todo o capital arrecadado em todo o estado de São Paulo (ou algo do gênero) devia ser destinado às suas faculdades. Não sei bem até onde vai a verdade e até onde vai a mentira nessa história – sendo bem sincera, não sei nem ao menos se existe algo de verdadeiro nela. Mesmo sem saber, eu venho repassando-a toda vez que alguém cita a superioridade acadêmica paulista ou comenta sobre o atual estado das faculdades brasileiras no geral.
Tomando vergonha na cara, eu tentei entrar em contato com quem realmente tem acesso a esse tipo de informação; fui imediatamente podada pelo servidor do site da prefeitura paulista. Revolução virtual ,meus amigos.
Quanto ao assunto de dinheiro e universidades, a questão é complicada e amplamente debatida. Por mais que as universidades paulistas apresentem graves problemas relacionados à infra-estrutura, material e corpo docente, não há bem como negar que, comparadas com outras grandes instituições de prestígio brasileiras, aquelas apresentam-se em um patamar visivelmente superior.
Brasília, capital federal, sede de uma das melhores faculdades do país, a UnB.
Não é realmente difícil se dar conta dos problemas que acometem a faculdade; basta passar uma hora passeando em meio aos alunos. Visivelmente precisando de uma reforçada reforma, a UnB, mesmo desgastada, ainda apresenta-se grandiosamente. Os problemas vão dos desgastes das paredes à falta de segurança no campus durante a noite. Não há espelhos e papel higiênico nos banheiros – “Aluno da UnB que é aluno da UnB sempre carrega um rolo dentro da mochila”. As infiltrações são aparentes e várias vezes os alunos deparam-se com situações que não seriam exatamente normais em condições perfeitas: o aglomerado dos C.A.’s (Centros Acadêmicos) de História, Geografia e Filosofia, popularmente chamado de CA 3 já sofreu os opostos. Em menos de dois anos, o C.A. de História pegou fogo e o de Filosofia sofreu uma enchente durante uma tempestade. Os acontecimentos não são exatamente desconhecidos dos calouros – ou bixos. As marcas ainda apresentam-se no ambiente que é destinado ao descanso e encontro dos alunos – as dezenas de cartolinas mofadas, ainda molhadas da enchente foram retiradas do C.A. de Filosofia somente no final do 2º semestre de 2006, quando uma turma de calouros optou por fazer uma limpeza geral no espaço. Quanto ao incêndio, basta entrar no C.A. 3 e olhar para os tetos – as manchas pretas das labaredas continuam lá,como que intactas.
O clima de Brasília é sensivelmente mais ameno do que o de São Paulo, o que torna-se um motivo de agradecimento por parte dos universitários da capital federal. As salas de aula e os auditórios (nestes não encontramos nem quatro cadeiras seguidas em estados de conservação que possibilitassem a sua utilização) variam do calor intenso ao mais incômodo frio.
Só quem já passou pela situação sabe como é: ficar anos estudando no segundo grau – ou cursinho, que seja – para passar em uma faculdade federal para chegar lá e ver que as coisas não estão nem perto do paraíso suspenso que era apresentado nas aulas de física mecânica.
Como exemplo tomo uma situação que ocorreu com um aluno da graduação em Ciências Biológicas na Universidade de Brasília. Ele realizou um procedimento tal, simples, que levava alguns compostos químicos. Na mesma semana, foi convidado por um colega – que também cursava Ciências Biológicas, porém em uma faculdade particular do DF – a repetir o mesmo experimento, agora no laboratório da unidade particular. Utilizando-se de novos elementos e utensílios, o resultado foi completamente diferente, o que coloca em xeque o grau de uso e a validade dos materiais que são colocados à disposição dos alunos.
Quanto às dúvidas que envolvem a ocorrência ou não das aulas, estas já foram compartilhadas por todos os alunos pelo menos uma vez. Além dos professores que ausentam-se durante meses da sala de aula sem pudor algum, ainda existe o Monstro de Sete Cabeças de todas as faculdades públicas: A Greve.
A greve é certa, pelo menos duas vezes durante uma graduação normal (4,5 anos). Impedidos de fazer alguma coisa, resta aos alunos esperar e suportar as conseqüências impostas ao corpo docente.
Resta aos alunos saber a ocorrência exata de greves nos anos, para que eles assim possam programar suas férias de verão - ou inverno.... ou primavera... ou outono.
Cheers, hot!Educate your though
"Se você entra no ringue, você vai apanhar".
É inevitável - não importa que você ganhe muito fácil, mas um empurrão ou um soco você vai levar.
Agora levando aos protestos atuais - e não tão atuais assim.
Há anos os EUA apresentam-se como "The Free Country". But let's face it: you've gotta be caucasian to enjoy this freedom. And you gotta understand what I'm saying now.
Por quê nós vivemos dessa maneira?
Em todo o mundo protestos são assistidos e comentados... e parece que as diferenças são tão pequenas que não são percebidas.
Quantos indianos existem na Inglaterra?
Quantos chicanos existem nos EUA?
Quantos muçulmanos existem na Alemanha?
Os Estados Unidos da América, com seu nome impon(t)ente, assusta o mundo com seus tratados atômicos e guerras injustificadas e vai ganhando, dia a dia, o ódio mundial. O sonho de ir aos EUA ainda é amplamente compartilhado, mas as injustiçadas cometidas pelos nossos amigos estado-unidenses são bem mais enxergadas do que há dez anos.
Ainda apresentando-se como um país livre, os Estados Unidos repreendem os negros, índios e latinos que "ousam" invadir o seu território (sim, parece AINDA PIOR [ como se fosse possível ] quando falamos dos índios). Neste "país livre", esta grande parte da população é arrechaçada pela minoria, encontrando-se em um patamar de povo subdesenvolvido. Sofrendo todo tipo de preconceito, as únicas saídas para essa parcela são:
1. Violência
2. Protestos pacíficos.
Caso os protestos sejam pacíficos, seus organizadores serão arruaceiros. Caso os protestos sejam violentos, seus organizadores serão arruaceiros. OS EUA tiram de seus CIDADÃOS o seu maior direito como ser humano : o seu direito de se expressar. Pacíficos ou não, os protestos serão contidos - a pauladas, de preferência.
Assistindo ao filme Surplus, podemos ver os diferentes tipos de ironias e diferenças vividas por vários países no mundo, e um conhecido "arruaceiro" dos EUA faz o seu discurso: "Protestos pacíficos não levam a nada. Dali a uma semana o protesto será esquecido e as pessoas não se lembrarão mais das necessidades dos protestantes, o que eles pediam. O protesto não deve ser violento contra outras pessoas,mas contra as entidades contra as quais protestamos."
Em que tipo de mundo vivemos que precisamos depredar o nosso próprio patrimônio para que possamos,enfim,sermos ouvidos?
Vício Secador/Chapinha?
É consenso geral que secador e chapinha quase todo dia detonam completamente qualquer tipo de cabelo, por mais forte que seja; resultado disso são milhares de visitas ao salão, milhares de hidratações, etc, etc;
Ficar sem os dois muitas vezes é impensável; eu mesma faço a franja com secador. Se não faço, fico o dia inteiro incomodada, empurrando ela para baixo ou até mesmo prendendo; não dá, não rola.
Ainda bem que existem pessoas que pensam no nosso bem estar ;D
A Wella lançou já tem um tempo o Wella High Hair "Flat Iron Spray"; é um defrizante fixador que a minha cabeleireira passou para mim já tem um tempinho, quando eu reclamei dizendo que a minha franja estava ficando com a consistência daquelas esponjas vegetais.
São 200 ml utilizados em spray, que devemos passar antes do secador e chapinha; o cheirinho não é dos melhores, mas o cabelo fica brilhante, maciooo, macio.... e mais importante: não fica duro, yey!
Acho que na época eu paguei cerca de R$60,00; vou me informar melhor e aviso.
Agora, novidade! Comprei e depois vi que a Marie Claire de julho publicou uma notinha sobre.
A Kérastase lançou uma linha sem énxague, que também deixa o cabelo macio e brilhante, além de evitar ressecamento e quebra: é a linha NECTAR THERMIQUE. Preço salgadinho (na Marie Claire saiu com o preço de R$100 reais, mas eu paguei um pouco mais), mas vale o investimento.
Cheers!
Penteado rápido
Experimentei em uma festa de família e deu super certo, recomendo. é um penteado simples, fica super bonito e você pode incrementar como quiser - com a flor que ela usou, no caso, ou aquelas mini piranhazinhas com strass colorido, etc. O céu é o limite. Ela, no caso, só prendeu com o elástico. O meu cabelo, como é muito pesado, NÃO FICOU! Solução: taquei grampos (daqueles de metal bem normais mesmo, que vovó usa) para sustentar, e resolveu! - claro, use sempre grampos da cor do seu cabelo. Outra coisa: o cabelo dela é preto e ela usou elástico preto, beleza; só que existem cores de cabelo que simplesmente não são reproduzidas pelas fábricas de elásticos! Um bom exemplo são os cabelos claros: se você fizer o penteado super bem, mas não conseguir esconder bem o elástico... tem gente que não se importa; eu importo. Solução: antes de prender o cabelo deixe uma mecha da parte mais longa do seu cabelo de fora de toda a produção; Assim que prender todo o resto e antes de começar a afrouxar e liberar os cachinhos, enrole essa mecha em volta do elástico, fazendo com que a pontinha final fique embaixo do coque: prenda essa pontinha com um grampo da cor do seu cabelo, sempre seguindo a direção das mechas para ele não ficar aparecendo. Pronto!
Psicoterapia
Normalmente, quando eu falo para as pessoas que elas precisam de terapia, elas quase me esganam. Mal sabem elas que essa temida terapia faz parte do meu cotidiano desde que eu nasci - e eu lido com ela da mesma maneira como lido com tratamentos médicos tais como ginecológicos ou cardíacos.
As pessoas ainda tem muito preconceito para com a terapia, e eu não as culpo; a mente humana é muito complicada, até mesmo para o dono de uma mente específica. Se pararmos para pensar, a terapia nada mais é do que uma tentativa de se entender, e, assim, modificar-se (positivamente, é claro). Agora fala isso pra uma pessoa desavisada. Fale para ela que ela vai ter de sentar em um divã/cadeira/almofada e abrir-se com um estranho, contar a ele os seus maiores medos e segredos e, ESPECIALMENTE, aquilo que ela não conta nem mesmo à sua sombra, no banho, de luz apagada.
Aí entra muito ponto: muitas pessoas fazem terapia e depois de dois, três meses a abandonam, alegando que ela não serve para nada. O engraçado é que, ao conversar com terapeutas (não que eles digam o que foi conversado durante a sessão, é claro), eles dizem que essas pessoas são justamente as que recusaram-se a falar do que, aparentemente, era o problema central de um determinado comportamente ou pensamento. NÃO HÁ como o terapeuta entrar em seu cérebro, muito menos em apenas 8 semanas de conversa, e se dar conta de todos os problemas e fatos que decorreram naquela neurotiquice que você tem com xampus. As pessoas não se abrem e, fatalmente, aniquilam quaisquer chances de a terapia resultar em algo positivo.
Eu acredito em enormes e ENORMES avanços e qualidades, mas eu não a considero o supra-sumo-da-gostosidade. (Gente, Froyd NÃO EXPLICA!) Mesmo. Talvez seja um pensamento estranho para uma pessoa tão intimamente ligada a esse processo - não apenas pela família, mas também pelo fato de eu fazer terapia desde os 11 anos de idade -, mas eu não me surpreendo, francamente. Eu vejo muito bem os benefícios da psicoterapia, mas, como uma legítima cobaia, também não me vejo afetada da maneira como gostaria... mas para falar a verdade, eu também não conto tudo que eu gostaria ou que eu tenho em mente nas minhas sessões.
Quem me conhece sabe que eu não suporto falar de psicologia. Eu venho por meio desse post - muito breve, aliás - tentar reconciliar-me com todos os pobres coitados que já tentaram conversar comigo em vão sobre esse assunto: me desculpem. Me desculpem mesmo, mas eu pura e simplesmente não consigo suportar esse assunto nas minhas mesas de bar, almoço e encontros casuais, pois eu tenho de aguentá-lo em todas as mesas de bar, almoços e encontros casuais desde que eu me entendo por gente e sou levada a esses lugares pelos meus pais. Eu tive uma overdose de psicologia quando eu tinha apenas 8 anos, vocês bem podem entender. A partir dessa overdose, eu tinha duas opções: tornar-me completamente adicta, tornar-me a perfeita psicologa do mundo, formada sabe-se-lá-onde os psicólogos se formam e ser feliz ouvindo as pessoas, por mais problemáticas que fossem.... ou tornar-me não uma cética, mas uma pessoa que simplesmente tem aversão ao assunto. Obviamente, tomei o segundo caminho. Quantas vezes eu não ouvi "Eu tenho certeza que você vai se tornar psicóloga.". Vã esperança dos pobres coitados, meu senhor. Perdoe-os, eles não sabem o que dizem. Quem me conhece sabe da minha aversão e entende o quão absurdas essas sílabas parecem aos meus ouvidos.
Eu acredito muito no poder da psicoterapia. Ela não é mágica, não cura ou Serial Killer ou emagrece o Jô. Ela ajuda pessoas que querem ajuda - mesmo que inconscientemente - e eu sou muito grata a ela por isso... desde que não me façam falar sobre ela ou sobre como funciona. Cheers!Todas as pessoas tem impressões diferentes sobre as coisas que nos parecem normais, como seres viventes em sociedades.
"Homem é tudo igual, não vale nada"
Clichês à parte, quem nunca falou isso? Eu seique só na última semana eu devo ter falado pelo menos umas tres ou quatro vezes;
"Mulher é tudo igual, não vale nada"
Sim, o texto acima também vale para essa última afirmação. De onde nós tiramos todo esse ódio de nossos lindos e pequenos coraçõezinhos, meu Brasil?
A meu ver, o negócio é o seguinte:
A sociedade sempre pregou independência demais aos homens. Nos últimos anos, essa independência, que deveria se conter somente ao campo financeiro (afinal de contas, ninguém quer depender de outra pessoa para manter a sua vida), foi atribuída também a outras áreas da vida feminina. Ao inves de motivação para que conseguissem mais, as mulheres não mais podem depender emocionalmente de homens ou de amigos, pois isso significa fraqueza de espírito e falta de competência. Não adianta dizer o contrário: toda essa busca cega por independência, quaisquer que sejam os campos de nossas vidas, tem nos endurecido perante as coisas que realmente importam na vida.
Para exemplificar isso, pego emprestado situações que vivi durante o meu mais longo relacionamento: nenhum dos dois podia se sentir por baixo. Sempre tinha algum no comando, e esse comando era alternado entre os dois ( normalmente quem estava tentando fazer com que o relacionamento desse realmente certo era quem estava por baixo ). Essa transferência de poder e falta de respeito nos levou a um desgaste emocional e físico que resultou em um final de namoro desastroso.
Agora uso-me de exemplos mais gerais: quantas vezes todos nós não passamos pela situação de gostar realmente de alguém e fazer tudo para ficar com essa determinada pessoa. De acordo com que o tempo passa, nos desiludimos e partimos para outra... dada essa nova condição, essa pessoa que anteriormente nos esnobava de repente se dá conta da importância da sua puxação de saco e começa a te procurar. A situação se reverte, você, que anteriormente já sentia-se ligado a essa pessoa, liga-se novamente e ela perde novamente o interesse; esse estupro emocional cíclio só tem fim quando um dos dois realmente enche o saco ( e normalmente tudo termina em briga ).
Nenhum de nós tem o direito de fazer com que alguém que acabou de desistir de nós volte atrás. Falo isso com a sabedoria da experiência, pois já sofri e já fiz sofrer muito baseada nessa eterna babaquice. Todos nós temos o direito de seguir adiante, com a cabeça para cima e sentindo-se melhor; afinal de contas, quem vive de passado é museu.
Para terminar a minha ilustração dessa pútrida atitude típica do ser humano, utilizo-me de uma conversa que aconteceu não tem nem duas semanas:
"- Eu achei que você não ia mais querer ficar comigo...
- Então, eu também. Só que você parou de responder as minhas mensagens e me atender, aí eu comecei a ficar meio cabreiro...
- Ou seja: você viu que tinha perdido aí começou a sentir falta?
- É."
Sim, senhoras e senhores. Por mais que eu gostaria muito de dizer que esse diálogo não passa de palavras randômicas com o conteúdo pré-determinado, mas isso tudo sendo ficção, isso não faz parte do mundo da ficção. Isso realmente aconteceu, e o contexto foi de uma amiga minha que ficava com um veterano nosso... e enfim. Eles tiveram uma briga e depois voltaram a ficar (mas nesse meio tempo ela começou a ignorá-lo, meio que sem querer). Ele ficou desesperado e pediu pra conversar. Eles voltaram a ficar e essa conversa ocorreu.
Enfim: todo esse texto deu-se ao fato de que até agora eu não consegui engolir essa baboseira toda. Eu não consigo entender como uma raça que tanto reclama da falta de afeto e carinho gostar tanto de fazer com que o próximo sofra... nada mais improta, desde que seus pés sejam constantemente beijados e adorados por pobres coitados que nos entregam seus corações de modo que possamos colocá-los no espeto.
Vale a pena dizer que eu também faço isso. Só que, assim como ocorre no A.A. e no N.A.: a aceitação da doença é o primeiro passo para a sua cura.
Falta isso a nós, seres humanos - como raça, não como ser individual: a capacidade de nos encaixar naquilo que tanto criticamos e, a partir daí, mudar essa condição.
Cheers, hot!Pré-Make
Buenas ;] Esse é o primeiro post sobre cuidados com a pele; o bom é que é bem facinho de entender - e aplicar. Ao colocarmos maquiagem em uma pele que esteja ressecada e/ou suja, o resultado mais glamouroso pode parecer saido de um filme de terror classe B. Além disso, a hidratação e a limpeza são a base de todo cuidado diário para uma pele bonita e saudável (mas isso já é outro post). Agora, antes de qualquer make:
- lave o rosto com sabonete específico para o rosto; isso é o mais fácil de achar, mas use sempre marcas que você já conhece. Ficou em dúvida?
- passe um tônico adstringente com um algodão para acabar de limpar a pele (não, somente o sabonete não é o suficiente). Quanto à marcas, aí você tem uma gama enorme, não é problema; tem da própria Clean & Clear (é bom, eu gosto), da Avon, etc... mas o que eu uso e recomendo é o tônico da La Roche Posay - o preço é salgadinho, mas é MUITO bom, recomendações mil.
- agora é só passar um hidratante facial de sua escolha. Durante o dia prefira os hidradantes que já vem com protetor solar; porém, escolha bem estes pois alguns depois viram uma melequinha com make por cima. Sugestões? Mais uma vez, os da La Roche Posay - não é meu preferido pois ainda tem um pouquinho de cheiro de protetor, que eu odeio de morte. No momento eu estou apaixonada pelo que eu estou usando, o hidratante facil oil-free da Neutrogena, que tem fator de proteção 15 - não meleca, não cheira e não transforma o make em gosma, yey!
Trança Embutida
Parece simples - e na verdade, é sim. O problema é que até a gente pegar o jeito, a gente apaaaaaaaaaanha! Eu demorei horrores pra aprender, só fui aprender na faculdade - depois de ouvir a explicação de uma amiga duas vezes... e mesmo assim, só depois, com MUITO treino, eu consegui. Tem que ter persistência, senão realmente não dá - mas depois que começa, a gente deslancha e tudo vira flores. O bom da trança embutida (francesa) é que, se feita direitinho, ela prende o cabelo inteiro, sem deixar mechas caindo; eu mesma, que tenho franja curtinha, faço ela tão em cima que prende tudinho. É bom para estudar , pq afinal de contas não tem que ficar tirando cabelo da cara; é bom para quem trabalha muito com as mãos e às vezes vê-se impossibilitada de tirar aquela mechinha rebelde em cima do olho; e é LINDA. Se você puxar bem e arrumar fiozinhos rebeldes, dá pra fazer um look no dia-a-dia super clean e chiquerrérimo. Resumindo: ela salva o dia. Para mim, que tenho dias inteiros dentro de laboratórios quentes, com um monte de foguinho ligado, então.... enfim! Eu só não recomendo para quem tem pouco cabelo, pois dá uma leve impressão de fragilidade, não fica muito bom. Dá pra ver bem o que ela faz no vídeo, só que ela tem o cabelo muito liso - e acaba dando a impressão de quem tem cabelos cacheados pode não conseguir fazer. Eu acho que com o cabelo cacheado é ainda mais fácil, o único problema é que muitas vezes nós temos de ter um pente fino em mãos para ajudar a separar as mechas; e, mais uma vez, é só prática. Então, segue o vídeo. Prometo que depois eu mesma gravo um explicando como se faz em cabelos cacheados, mesmo não diferindo muito deste; acho que a maior recomendação é desembaraçar o cabelo antes de começar a fazer o penteado. Enjoy! Cheers, Hot

